Autor Tópico: TEST-RIDE: Vespa Primavera 125  (Lida 1361 vezes)

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TEST-RIDE: Vespa Primavera 125
« em: 29 Jan | 2016 | 13:13 »
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Vespa Primavera 125




Começo por dizer que….
….bem, se calhar não o devia dizer….mas….
….a verdade é que….
….pfff…como é que hei-de dizer isto…
….eu…eu nunca fui grande apreciador de Vespas! Pronto…está dito!



Começar a descrição de um test-ride desta forma e abrir logo o jogo assim como o faço no que toca a um gosto pessoal, é no mínimo aquilo a que se chama de “entrar a matar”.

Porém e verdade seja dita, nunca antes tinha andado numa Vespa, nunca antes me tinha debruçado com especial cuidado para as suas linhas….aliás, de que me lembre nunca me tinha sequer sentado numa Vespa, fosse qual fosse.
Ora ter a oportunidade de o fazer agora, por via de alguns contactos encetados com a empresa Conceição Machado, Lda. (importador e representante das marcas do Universo Piaggio em Portugal), levou a que rapidamente se criasse em mim um misto de curiosidade e “sede” em conhecer melhor este modelo.

Por um lado pretendia conhecer o produto e avaliá-lo naquilo que é (modelo essencialmente citadino) e por outro lado sentia-me impelido a perceber o porquê da atracção por este género de veículo, com aquelas formas e dimensões…

Não é que procurasse à viva força justificar o modelo ou o seu enquadramento no mercado, mas de facto pretendia perceber genuinamente a razão que estaria por trás de um modelo com um ar tão clássico e ao mesmo tempo capaz de atrair tantos homens e mulheres, independentemente da idade.

Ao chegar ao concessionário Motodiana, que gentilmente fez o favor de trazer a unidade para Évora, rapidamente dou com a Vespa Primavera 125 estacionada no parque de motos e atingida em cheio por um bonito sol de Inverno.
Este modelo e este nome (Primavera), que tem uma história muito própria dentro da marca e que se iniciou, segundo a investigação prévia que havia feito, há cerca de 45 anos atrás com a primeiríssima versão que fazia também uso deste nome, mostrava-se ali de igual para igual junto a outros modelos de muito maior porte e que, estranhamente, pareciam não a ofuscar minimamente.




A Vespa Primavera, precisamente como se apresenta e sem quaisquer acessórios que lhe mudem a imagem original saída de fábrica, é assim uma Vespa de pleno direito, e com isto não estou a ser redundante no uso das palavras, mas sim para dar a entender que é essencialmente o mesmo género de modelo que desde há décadas assume aquelas formas basilares.
Mexe-se um pouco aqui, um pouco acolá, moderniza-se com enorme cautela este ou aquele pormenor e…voilà: um novo modelo que, visto a 20 ou 30m de distância aparenta ser uma evolução muito reservada daquilo que conhecemos de outras.

E a pergunta impunha-se a mim próprio enquanto olhava para o modelo e o rodeava com o olhar…mas como é que conseguem? Como é que estes italianos lançam um modelo “praticamente igual” a tantos outros que têm em catálogo e, assim do nada, captam uma legião de fãs?

Estas e outras perguntas de semelhante natureza preencheram o meu pensamento por breves instantes e senti que tinha de haver uma razão lógica. Ou seja, não cabia na minha maneira de ver as coisas que este modelo conseguisse sobressair assim do nada sem haver algo, alguma característica, algum pormenor muito forte que o explicasse cabalmente…

Claro que ainda assim existe um ou outro pormenor actual e que pisca o olho à modernidade, como o são os Led’s de presença bem integrados na zona frontal do modelo e que, ao invés de rasgarem com o classicismo apresentado pelo modelo, na verdade beneficiam o conjunto e lhe dão um toque agradável e sem excessos.




O próprio formato da carroçaria, quando vista sensivelmente num ângulo quase de perfil, mostra aquela curvatura típica das Vespas e que mais do que uma simples imagem de marca, é uma tradição na forma que se mantém geração atrás de geração, como que honrando o passado...um passado que leva décadas e onde as curvas e não os ângulos a mantêm fiel a si mesma.

Aliás, numa comparação que quase parece levar para o campo do erotismo, sou levado a dizer que “toda ela é curvas….”, toda ela adopta a aerodinâmica tão própria à aeronáutica e que está desde há décadas tão presente no seu actual design…
E este foi um rumo que se iniciou pelas mãos de Enrico Piaggio, filho do fundador da Piaggio, Rinaldo Piaggio, precisamente numa altura em que a marca ganhava um novo sentido no pós-guerra e decidiu deixar o campo da aeronáutica e do seu avião de combate Pontedera, para criar um veículo económico e destinado às massas.

Até mesmo a escolha do nome desta marca tem uma história muito curiosa, pois foi da expressão de espanto de Enrico Piaggio, ao confrontar-se com um dos protótipos depois criados, que acabou por lhe dar o nome pelo qual ainda hoje é conhecida: "Sembra una vespa!"…e Vespa ficou!



Estando a manhã adiantada e como tinha de começar por algum lado, decido sentar-me aos seus comandos e começo logo ali a sentir a qualidade e o traço italiano colocado no mais pequeno detalhe…

A Vespa Primavera 125 que tinha ali à minha disposição numa viva e apelativa cor vermelha, apresentava-se muito sólida, com painéis de boa construção e montagem à prova de crítica, além de…naquilo que pude perceber, se tratar de um modelo onde o plástico é (praticamente) um material non grato.
Painéis de chapa de aço existem por toda a carroçaria, como que num afirmar de identidade que vem desde longa data no seio desta marca e que persiste firme, sem sucumbir àquilo que a esmagadora das outras marcas faz, num uso extensivo desse outro material em tudo mais modesto.

E na verdade sentem-se dividendos por esta opção, como o são a firmeza e robustez que este modelo apresenta em pormenores da carroçaria (que fiz questão de pressionar), como o guarda-lamas frontal, alguns pontos aleatórios na zona das peseiras da pequena Vespa e a zona mais ou menos a meio das generosas “bossas” que dão corpo ao modelo e que são já quase como que uma imagem de marca que a identifica.

Momentos depois desço-me do modelo que ali estava a apreciar e constatei naquele preciso instante que a minha estatura (1.81m) permitia um acesso fácil e desimpedido por via do túnel central, levando-me a um acto quase mecânico de rodar o corpo e com isto levar à passagem rápida da perna por entre este espaço, ficando a agarrar o modelo e sem a mínima dificuldade, pelos punhos personalizados com o lettering Vespa.




E já que falo em estatura, é bom mencionar que o banco da Vespa se situa a uns relativamente modestos 780mm de altura…mas que, incrivelmente, me faz ficar com o calcanhar do calçado levantado.

E aqui terei de fazer um mea culpa para explicar a razão e facilmente entendível…. É que a metade do assento destinada ao condutor, assemelha-se a uma gota, com a sua zona mais estreita voltada para a frente…e como tenho o hábito de chegar os quadris um pouco mais para trás e ficar com um ângulo de braços no guiador que me é mais favorável, acabo também por ficar com as pernas mais abertas na altura de colocar os pés no chão, ou seja, fico sentado precisamente onde o formato do banco é mais largo.
Um(a) condutor(a) com cerca de 1.65m não adoptará o mesmo tipo de posição e isso de certeza que lhe facilita bastante no momento de colocar os pés no chão, procurando assim a parte mais estreita do banco ou chegando-se ao mesmo no momento em que mais necessite.

Feita a análise inicial e não me tendo ainda debruçado muito sobre o design, entro no concessionário para preencher o Termo de Responsabilidade, ouvir algumas dicas por parte do gerente do concessionário e receber as chaves…

E a vontade de a conhecer melhor (Primavera) e a curiosidade que me despertava, começava aos poucos a mexer comigo, a brincar com os meus sentimentos e a desenraizar aquilo que já era um pouco de preconceito que sentia sempre que via um destes modelos a circular. Confesso até que via este tipo de estilo como sendo demasiado retro, demasiado parado no tempo…pouco inspirado!




Mas ali, junto àquela unidade pintada num cativante vermelho e a que a marca chama de vermelho dragon, mais de metade do que eu antes pensava tinha abalado com o vento e começava até a ganhar ali aos poucos uma certa empatia com a máquina.
Aquele farol redondo com uma moldura exterior em metal, aqueles cromados existentes um pouco por toda a carroçaria, aquela inigualável curva descendente da secção traseira, aquele farolim traseiro que procura obstinadamente o classicismo do modelo, aqueles espelhos de hastes compridas e também eles totalmente em metal cromado….enfim, a Vespa Primavera respira o ideal da marca e mantém-se fiel às suas origens, e se era isso que o Centro Stile Piaggio pretendia quando a concebeu, então consegui-o de forma brilhante!

Chave nas mãos, um pouco de gasosa para o depósito colocado no momento e…off we go

Rodo um pouco o punho direito para a fazer iniciar a marcha e acreditem que nos brevíssimos metros iniciais pensei que ela não puxava, tal a suavidade no arranque… Mais um pouco de punho e desta vez mais determinado e nesse momento senti que a transmissão agarrou forte e galgou para a frente de forma bastante desenvolta, com um rápido subir de rotações e um som mais vivaço proveniente do escape.

É lá! Temos máquina!




Na primeira paragem num cruzamento e nem 100m rodados acontece o mesmo, e percebo ali naquele momento que a inércia sentida no início é mesmo própria ao modelo e mecânica que o equipa (embraiagem automática centrífuga a seco, com tampões amortecedores), tendo um pequeno gap momentâneo em que o arranque se faz suave e logo depois dá-se uma descarga de verdadeira genica evidenciada pelo motor.

E a verdade é que me agradou bastante a desenvoltura com que ganha velocidade e se faz à estrada sem parcimónias, dando-me a confiança e credulidade necessárias a percorrer alguns Kms na ligação Évora-Alcáçovas a um ritmo que não permitiu o aproximar muito fácil dos veículos automóveis que seguiam no mesmo sentido e trajecto.

No fundo, aquele pequeno motor de 125cc e uns aparentemente modestos 10,7cv, que a marca orgulhosamente cravou na chapa com a indicação 3Vie (3 válvulas com injecção electrónica) mostrava-me que era capaz de dar perfeitamente conta do recado e não admitia em momento algum que me passasse pela cabeça que era um “empata trânsito”…
Suficientemente rápida a reagir em retomas de velocidade e com um top-speed que consegui estabilizar, sem ela denotar especial esforço, entre os 100 e os 105Km/h no mostrador, a Vespa deixava bem vincado que o aspecto clássico não rima de maneira nenhuma com lentidão, tendo a sua mecânica moderna e actual dado provas disso mesmo!

A sua base curta e com pouca distância entre eixos não mostrou sinais de fraqueza quando submetida a ritmos mais rápidos, e mesmo as curvas largas eram negociadas com confiança e sem denotar reacções estranhas que obrigassem a uma redução na velocidade imposta.

Quanto à protecção aerodinâmica é, como já esperava e sem me causar espanto, um pouco sofrível. Se por um lado as pernas até vão relativamente protegidas, já o mesmo não se pode dizer da zona do tronco e cabeça, pelo que é precisamente nestes casos que se entende a existência de um vasto número de acessórios disponibilizados não só pela marca, mas também por algumas empresas ligadas ao material aftermarket.




Quanto à travagem, que se encontra a cargo de um disco simples de 200mm na frente e um sistema de tambor atrás, foi com alguma surpresa pessoal que senti uma eficácia acima daquilo que esperava.

Pensava eu e já munido de alguma informação prévia antes de iniciar este teste, que a Vespa Primavera tivesse um sistema de travagem do estilo “travões abrandadores”, mas aquilo que mostrou foi bem diferente e não existe um mero abrandar da velocidade, mas sim paragens fortes e rápidas q.b. se for essa a vontade.

Além disso, da parte das manetes recebi um bom feedback e leitura correcta da forma como estavam a actuar, permitindo-me doseá-los com grande precisão e confiança. Foi quase como que receber uma chapada com luva branca, pois vendo um tambor na roda traseira ao invés de um disco, imaginava eu uma travagem mediana ou mesmo insuficiente, mas…não foi de todo isso que aconteceu ao longo da hora e meia em que convivi com este modelo.

Como faço habitualmente e este teste nisso não foi diferente, parei em alguns momentos para tirar umas fotos e apreciar a máquina que tinha ali à minha disposição e foi nesta altura que prestei mais atenção ao quadrante da Vespa Primavera…




E aqui neste caso parece existir uma saudável ligação entre o clássico e o moderno, com um conta-kms de estilo analógico que atravessa toda a zona superior do painel de instrumentos, num bem integrado formato de uma quase meia-lua, tendo logo abaixo um pequeno LCD, operável do lado direito do guiador através do botão “mode”, e que fornece informações variadas como as horas, o totalizador de Kms, dois parciais e a indicação do combustível existente no depósito…e que, já agora, informo ter uma muito razoável capacidade de 8L.
De ambos os lados deste painel com informação digital, encontram-se dois pequenos mostradores multi-informativos e que indicam coisas tão variadas como o símbolo do óleo, dos máximos, da reserva, dos piscas, etc.. Ora tudo isto encontra-se confinado a um espaço relativamente pequeno e onde mais uma vez o plástico não tem lugar, sendo bem substituído por uma espécie de cromando que contorna todos os indicadores.




Sobre a capacidade de carga, que logo no início do teste me tinha apercebido ser superior ao esperado (…nomeadamente quando tive necessidade de elevar o banco para aceder ao depósito), devo dizer que, apesar de não o ter comprovado com a colocação do meu capacete, acredito perfeitamente que dê para colocar um do estilo integral ou modular.

Além disso, é com particular agrado que vejo no seu fundo um forro para evitar o chocalhar de objectos ou mesmo evitar que se risquem no seu interior.

Tem também outro espaço de carga na zona do escudo, com um porta-luvas duplo ali muito bem dissimulado e que, quando aberto, permite guardar perfeitamente aqueles objectos de uso regular e que ao invés de andarem no bolso do casaco, seguem naquele local. Muito bem Piaggio…são também os pormenores que ajudam a fazer a diferença!




Guardo a minha bolsa com os documentos debaixo do banco, volto aos seus comandos e desta vez aponto-a para a cidade…e é aqui que se começa a dar a verdadeira magia!

A facilidade na condução é desconcertante e não só o baixo peso ajuda a tal sensação (125kg a seco), como também a agilidade demonstrada e ligeireza com que enfrenta os percursos citadinos acabam por mostrar que este é mesmo um modelo concebido e perfeitamente adaptado à cidade, tratando-a quase por “tu”.

Sabendo que a minha mulher adora Vespas, decido passar por casa antes de fazer um tour mais prolongado pela cidade, dando ainda tempo para acordar a dorminhoca da minha filha, a quem convidei para vir à janela espreitar o que o pai trouxe desta vez para casa…”Aliiiii”, soltou ela como que a dizer…a Vespa Primavera é gira, pai! Porém, logo de seguida mudou-se-lhe o semblante perguntando-me e face à estranheza da cor desta: “Mas pai….mandaste a outra embora?”.




Felizmente resolvi a questão com uma breve explicação e ainda a tempo de ver o ar de aprovação da minha mulher quando fez o mesmo gesto de ir espreitar à janela aquele pontinho vermelho que estacionei entre dois carros, como que a dar alguma cor mais vibrante a uma rua a preto e branco.

Regresso à scooter pouco depois e desta vez decidido a colocá-la perante a terrível calçada da zona histórica da cidade e…mais uma vez fiquei impressionado!




As suas rodas com apenas 11´ polegadas, calçadas com pneus Michelin CityGrip, à partida faziam-me adivinhar algumas dificuldades em digerir as irregularidades deste tipo de piso com que a confrontava, mas a verdade é que não só manteve a compostura, como ainda conseguiu revelar-se confortável, com uma absorção de grande nível e que, olhando igualmente para o sistema de suspensão, nunca o fariam crer!

Aliás, a respeito do sistema de suspensão, é no mínimo estranho aquilo que se vê e que está muito longe do habitual noutras marcas e modelos…ou seja, de um dos lados a roda parece dar a ideia de estar suspensa e sem nada que a agarre, sendo felizmente apenas uma concepção diferente e bastante eficaz por sinal!
Na frente conta com um mono-braço com mola helicoidal, auxiliado por um mono-amortecedor de duplo efeito e na traseira segue o mesmo princípio, com uma mola helicoidal com regulação de pré-carga em 4 posições e mono-amortecedor hidráulico de duplo efeito.

No fundo, a Vespa demonstra eficácia e é isso que se pede a um modelo de cariz citadino.
Não pretendo estar a elevar muito a questão da absorção das irregularidades pois pode começar a parecer exagero sem o ser na realidade, mas já andei em maxiscooters bem mais caras, teoricamente mais eficazes e com rodas de diâmetro superior, sem se destacarem particularmente daquilo que a pequena Vespa Primavera consegue fazer.



Chegada a hora de ir entregar a chave, ainda que não me tivesse sido dado qualquer limite de tempo para o fazer, dei por mim a fazer os últimos kms até chegar ao concessionário com o pensamento distante.

Pela minha cabeça passava em retrospectiva aquilo que tinha sido a convivência com o modelo, aquilo que tinha sido um completo rasgar de um certo preconceito que tinha para com as Vespas.
Aquele ar modesto e com uma grande carga de classicismo nas suas linhas, ainda que com um toque de jovialidade que a cor lhe entregava de bandeja, escondia aquilo que eu procurava justificar desde o início e para o qual não existia explicação…




Quando me questionava a mim mesmo sobre a forma de conseguirem manter tamanha legião de fãs pelo Mundo afora, a resposta não me aparecia, nem já conseguia arranjar justificação para a fazer no final deste teste.

Há coisas que não se explicam…sentem-se!
E a Vespa está num estado de maturação que não tem já provas a dar quanto ao seu valor e quanto à sua competência ciclística no seu habitat predilecto: a cidade!

A Vespa Primavera será, porventura como os restantes modelos da marca, como o cantar do fado segundo a saudosa Amália…. “O que interessa é sentir o fado. Porque o fado não se canta, acontece. O fado sente-se, não se compreende nem se explica”. Assim é a Vespa…

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Agradecimentos:
- Agradecimento à empresa Conceição Machado, Lda., importadora das marcas do universo Piaggio para Portugal, que dirijo em especial à administradora, Drª Sara Chen;
- Agradecimento ao concessionário Motodiana em Évora, que tem demonstrado e deixado bem vincado um dinamismo e proactividade muito grande nos últimos anos.


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NOTA: Informo que TODOS os test-rides que faço são realizados totalmente a solo e colocando a ênfase nos seguintes pontos:

- Escrevo e faço a minha análise com um mais do que natural amadorismo na área, tendo ainda assim a isenção e o rigor como critérios indissociáveis e omnipresentes;
- As unidades são-me facultadas sem alterações de qualquer ordem e conforme as especificações de fábrica (com algumas excepções, são normalmente unidades já rodadas);
- Nada recebi de qualquer género até à data por aquilo que faço, pelo tempo que disponho e pelas horas frente a um computador para partilhar com os demais aquilo que experiencio nos testes e que posteriormente publico (se acaso algum dia tal suceder, informarei sem problemas!);
- Os testes que por aqui vou colocando são de acesso público, podem ter o seu link partilhado livremente e não coloco nem nunca coloquei qualquer marca d'água nas fotos que tiro;
- Exceptuando algum caso pontual, o contacto parte sempre de mim para ter a possibilidade de testar algum modelo, não tendo aceite até ao momento unidades de companheiros do fórum e unicamente por uma questão de princípio e responsabilidade pelo bem de outrém;
- Reconheço algumas limitações em determinados termos técnicos ou mecânicos, socorrendo-me por vezes da pesquisa por forma a dar a conhecer ao leitor aquilo que abordo, fazendo-o com termos mais simples e compreensíveis.
Conduz com cuidado e estima a tua scooter...e ela irá retribuir-te com óptimos momentos!